A missão do Fortaleza contra o Vélez Sarsfield era complicada. Superar o 'Fortín' fora de casa só seria possível com um jogo ainda não visto na temporada 2025 da equipe: atenção máxima, poucos erros e eficiência nas finalizações. Mas nada disso aconteceu e a eliminação veio com um 2x0 justo, e com erros recorrentes do terrível ano do Leão.
O que se viu no José Amalfitani foi um Fortaleza inseguro no 1º tempo: Erros de posicionamento defensivos que custaram dois gols, ataque produzindo pouco ou praticamente nada, além de um meio campo desatento e pouco combativo (exceto Lucas Sasha, que fez o que pôde).
Assim, nada mais natural do que o Vélez, um time mediano, mas que jogava em casa, aproveitar e abrir 2x0.
Depois disso, o time da casa controlou o jogo, ditou o ritmo, e pouco sofreu lá atrás. Com Breno Lopes, Deyverson e Marinho errando tudo (passes, movimentação e finalizações), não foi das tarefas mais difíceis.

O trio foi sacado no intervalo por Renato Paiva, entrando Allanzinho, Lucero e Herrera.
A equipe tricolor até melhorou na etapa final, com a finalização de Allanzinho logo a um minuto, o chute na trave de Prior, mas parou nisso.
A melhora na etapa final foi nítida, muito pela postura mais cautelosa do Vélez, mas quando a equipe e muitos de seus jogadores estão em má fase técnica ou pressionados, as coisas não acontecem.
Agora, a realidade
Com a eliminação, o Fortaleza precisará volta a dura realidade da Série A. O clube está no Z4 com 15 pontos em 19 rodadas, 4 pontos de sair da zona.
A situação é crítica. São apenas 3 vitórias em 19 jogos e a equipe precisará vencer 10 em 19 para permanecer.
O futebol do time é mesmo de Z4, e rivais diretos como Vasco, Vitória e até Juventude mostram mais que o Fortaleza. A disputa será árdua e promete ser tensa até o fim.
O choque de 'gestão' com Renato Paiva não aconteceu, os resultados são ruins e a equipe oscila demais nos jogos. Os erros defensivos são recorrentes e o time toma muitos gols.
O caminho é árduo, longo, e o clube precisará juntar os cacos e encarar a luta contra o rebaixamento. Não há mais a 'distração' da Libertadores, competição incrível e sedutora para jogadores e torcida.
O que há é uma dura realidade e ela ficará ainda mais latente no domingo, contra o Mirassol no Castelão.
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