quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

COPINHA - Corinthians vence o Batatais e levanta a taça da Copinha pela décima vez

No aniversário de São Paulo, quem comemora é o torcedor do Corinthians. E já é quase rotina. A vitória por 2 a 1
sobre o Batatais, nesta quarta-feira, no ensolarado Pacaembu, deu ao Timão o décimo título da Copa São Paulo de Futebol Júnior. Dono absoluto da competição, o Corinthians repete o feito de 1969, 70, 95, 99, 2004, 2005, 2009, 2012 e 2015.
A taça coroa uma campanha irreparável da equipe treinada por Osmar Loss. Com os dois gols da final, o ataque alvinegro chegou a 30 marcados em nove jogos, média superior a três por partida. Coube a Carlinhos, artilheiro da Copinha, com 11, tirar o Timão do sufoco e abrir o placar aos 39 do segundo tempo. Marquinhos fez o segundo, e Douglas Pote diminuiu para o Batatais.
A garotada, agora, pensa no futuro. Guilherme Mantuan, volante moderno, e Carlinhos voltam a integrar o elenco profissional treinado por Fábio Carille, que assistiu à partida de perto no Pacaembu. O zagueiro Vinícius Del’Amore, o lateral-esquerdo Guilherme Romão, o meia Fabrício Oya e o atacante Pedrinho, craque do torneio, podem ser os próximos.

Ao Batatais, cabe o papel de honrado coadjuvante. Classificado depois da eliminação do Paulista, que escalou um jogador irregular na semifinal, o time do interior não tremeu com o estádio cheio e fez o que pode para estragar a festa alvinegra. Não deu.
Primeiro tempo
O feriado e a tarde de sol contribuíram para a torcida fazer sua parte no Pacaembu. Com a antiga casa do Timão lotada, a equipe se sentiu à vontade para encurralar o Batatais em seu campo de defesa e tentar o gol logo cedo. O problema é que Carlinhos, Fabrício Oya, Pedrinho e Marquinhos não receberam sossego – a forte marcação do rival do interior surtiu efeito.
Aos poucos, o time se soltou e começou a abrir espaços. Assim, o ataque mais efetivo da Copinha – média de 3,5 gols por jogo até a final – pode aparecer. O problema é que o goleiro Gérson, a trave e os zagueiros do Batatais impediram o gol alvinegro.
No contra-ataque, a equipe do interior até teve duas chances, mas ambas pararam no goleiro Filipe. Fora isso, só deu Timão. A melhor chance, curiosamente, foi com um zagueiro. Aos 42 minutos, Thiago aproveitou cobrança de escanteio e, de cabeça, acertou o travessão.
Segundo tempo
Ao Corinthians, faltava o que havia sobrado em todos os outros jogos da Copinha – precisão nas finalizações. No segundo tempo, um novo componente : o nervosismo. A cada chance perdida, a impaciência aumentava em campo e fora dele. Carlinhos foi quem teve a melhor chance, ao receber de Pedrinho e chutar em cima de Gérson, aos 6 minutos.
Depois disso, Osmar Loss tentou mudanças. Tirou Fabrício Oya e lançou Matheus, além de colocar Guedes e Lucas Minele nas laterais. O Timão continuou perdendo gols, vítima da falta de pontaria. Guedes, Marquinhos e Mantuan tiveram oportunidades, mas não marcaram.
O Batatais, a cada minuto, parecia cada vez menos aquele time que levou 5 a 1 do Paulista na semifinal e só se classificou porque o time de Jundiaí escalou um jogador irregular. O time do interior teve mérito em perceber o nervosismo do adversário e passou a tentar ficar mais com a bola, cozinhar o jogo, irritar a torcida que lotou o Pacaembu. 
A estratégia deu certo por mais de 80 minutos, mas, no primeiro descuido, a zaga do Batatais deixou o artilheiro rival livre. Aos 39, Carlinhos recebeu de Marquinhos e, de cabeça, foi às redes e às arquibancadas. Três minutos depois, o goleador máximo da Copinha devolveu a gentileza, e Marquinhos fez o segundo. Douglas Pote ainda diminuiu com um golaço, por cobertura. Tarde demais. O Corinthians é campeão da Copinha pela décima vez.

COM INFORMAÇÕES DO CEARÁ G1
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POSTADA  POR GOMES SILVEIRA

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