quarta-feira, 7 de junho de 2017

"Desconhecidos" trazidos pelo Fortaleza para Série C têm dado certo

Antes do início da Série C do Campeonato Brasileiro, a diretoria do Fortaleza pregou a política do erro zero nas contratações. Na reformulação que o clube sofreria, não era concebível trazer jogador que não correspondesse, como aconteceu na preparação para Estadual, Copa do Nordeste e Copa do Brasil. 

Os nomes que surgiram, então, foram de velhos conhecidos da torcida tricolor, especialmente de quem havia vestido a camisa do clube nas últimas temporadas. O próprio executivo de futebol do Leão, Sérgio Papellin, chegou a admitir que trazer quem já passara pelo clube era medida de segurança. Quatro rodadas depois, no entanto, dos sete reforços que chegaram, apenas Edimar tem passagem pelo Fortaleza. Adenilson, Hiago, Leandro Cearense, Wellington Reis, Jô e Pedro Carmona estão no Pici pela primeira vez. 

“Foi muito da situação de mercado, a gente tinha possibilidade de trazer jogadores com passagem pelo Fortaleza. O Edimar veio, tentamos o Wanderson, mas não deu certo, conversamos com o Pio, mas ele foi pro Ceará, então a gente foi pro mercado”, recorda Marcelo Paz, diretor de Futebol do Fortaleza. Nomes como Lima, Rogerinho e Adalberto — que aguarda liberação do Náutico — também foram cogitados. 

Paz diz, no entanto, que trazer atletas que estavam “fora do radar” é importante. “A gente tem que ampliar o olhar, caso contrário, perde mercado. Juliano e Anselmo no ano passado, por exemplo, foram frutos disso”. 

A vinda de reforços, porém, está condicionada a um perfil de jogo e de salário, segundo o dirigente, que vê como importante buscar atletas em clubes de menor expressão, como Jô e Hiago, mas admite dose de risco. Até agora, porém, parece estar dando certo. (Brenno Rebouças)

FONTE - O POVO
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POSTADA  POR GOMES SILVEIRA

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