sábado, 6 de maio de 2017

Único carrasco do Corinthians em Itaquera em 2017 indica atalhos para Ponte Preta na decisão

O Corinthians está com as duas mãos na taça do Campeonato Paulista. E pode até perder por dois gols de diferença que chegará ao título no próximo domingo,
contra a Ponte Preta, já que venceu por 3 a 0. Mas há alguém que sabe os atalhos para que a equipe de Campinas possa conseguir o impossível.
Toninho Cecílio, foi o único que bateu o Corinthians em Itaquera com a bola rolando durante os 90 minutos na temporada 2017, em 11 duelos disputados no local. Com o Santo André, o técnico fez 2 a 0, no que foi a maior derrota do time alvinegro no estádio em todos os tempos, ao lado de um revés contra o Palmeiras no passado.
E Toninho tem boas recordações sobre aquele 11 de fevereiro, um sábado à noite. Estudioso, o comandante conta que tentou anular as principais peças de criação da equipe corintiana e fazer com que o estádio não se tornasse um caldeirão diante de um eventual tento corintiano.
"Se existe alguma possibilidade de vencer o Corinthians no seu estádio, ela passa pelo estudo minucioso do adversário e um plano de jogo seguido à risca. Naquela oportunidade, procuramos ter equilibrio, fechar as laterais, principalmente o Fágner, e jogar muito por dentro com a posse de bola, pois o 4-1-4-1 protege bastante os lados do campo, mas oferece espaço pelo meio. Foi assim que chegamos aos gols", conta.
Campeão Paulista como gerente executivo do Palmeiras em 2008, e da série A2 com o próprio Santo André no ano passado, Toninho Cecílio deixa claro que a Ponte Preta possui condições de reverter a situação mas prevê muita dificuldade.
"O Fabio Carille conseguiu dar um padrão de jogo muito claro ao time, e a chegada do Jadson ofereceu um poder de decisão mais presente. Com ele na equipe o próprio Rodriguinho passou a render muito mais, pois teve um companheiro para dividir a Responsabilidade na criação. Hoje teríamos mais dificuldade. Por outro lado, a equipe da Ponte Preta consolidou uma maneira de jogar, fazendo prevalecer a organização e a saída em velocidade Desta vez, terá que propor o jogo intensamente. Vai ser interessante e precisar fazer um jogo com erro zero", explica.
Toninho deixou o comando técnico do Santo André no final do mês de fevereiro e aguarda propostas para voltar ao mercado, após o final dos Estaduais.
"Eu estava completamente dentro da meta traçada pelo clube e fui demitido após um jogo ruim. Tínhamos subido o time e sequer pisado em zona de rebaixamento na A-1. Foi uma ingratidão enorme. Mas tenho que seguir a carreira", completa.

FONTE - MSN
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POSTADA  POR GOMES SILVEIRA

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