domingo, 28 de maio de 2017

Dupla de ataque marca, São Paulo bate o Palmeiras e mantém tabu

A superioridade do Palmeiras sobre o São Paulo, vista principalmente nos últimos dois anos, não chega no Morumbi.
Em sua casa, é o Tricolor quem manda no confronto e mais uma prova foi dada neste sábado, em Choque-Rei válido pela 3ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com um gol do argentino Lucas Pratto e outro de Luiz Araújo, o time de Rogério Ceni bateu o de Cuca por 2 a 0 e manteve o tabu de 15 anos sem derrotas para o rival no Morumbi. Agora, são 24 jogos, com 15 vitórias tricolor e nove empates.
Ganhou quem foi mais efetivo e aproveitou melhor as poucas chances criadas pelos dois lados. Com uma forcinha do goleiro Fernando Prass, é verdade. Tanto no gol de Pratto quanto no de Araújo, ambos no segundo tempo, o goleiro palmeirense falhou.
Sorte da dupla de ataque são-paulina, que funcionou nos momentos chaves. No primeiro gol, Luiz Araújo iniciou a jogada roubando a bola de Dudu no campo de defesa e passou a Marcinho, a grata surpresa da noite. Jogando na ala, o atacante fez ótima partida e deu assistência para Pratto. Já no segundo, o argentino inverteu os papéis e serviu Araújo. Nas duas, a bola passou por debaixo de Prass.
Mas o Palmeiras poderia ter alterado o roteiro se fosse competente no seu momento chave. Pouco depois do primeiro gol, o volante Jean teve a chance de igualar, após o árbitro Anderson Daronco marcar pênalti de Jucilei nele próprio. O palmeirense, criado na base do São Paulo, no entanto, jogou muito para fora. Foi-se a esperança alviverde de quebrar o incômodo tabu.
Antes do momento em que o confronto foi decidido, porém, o que se viu foi uma espécie de jogo de xadrez, recheado de estratégias, mas com pouca emoção. Os dois treinadores surpreenderam nas escalações e jogaram a maior parte do tempo espelhados, em esquemas com três zagueiros. Sobrou intensidade, jogo apoiado, transição de linhas, e todos aqueles termos consagrados pelo futebol contemporâneo, mas chute que era bom, nada...
Até que o São Paulo voltou mais agressivo no segundo tempo, contou com o brilho de seus atacantes e premiou uma noite na qual as decisões de Ceni, mesmo a de voltar com o contestado Lucão, foram bem. No Palmeiras, que até dominou as ações em boa parte do confronto, faltaram o brilho de Dudu, o oportunismo de Willian, a surpresa de Tchê Tchê e a força para acabar com a sina do Morumbi.


FONTE - MSN
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POSTADA  POR GOMES SILVEIRA

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