quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

FLAMENGO - Zé vibra com Berrío e diz que vitória contra o Grêmio testou força do Fla

Zé Ricardo concede coletiva após vitória do Flamengo (Foto: Amanda Kestelman/GloboEsporte.com)Quatro jogos oficiais, quatro vitórias. Treze gols marcados e apenas um sofrido. O início de ano do Rubro-Negro não tira os pés do técnico Zé Ricardo do chão, mas reforça a certeza do treinador de que conduz a equipe por um bom caminho.
Os gols de Everton e do estreante Berrío garantiram ao Flamengo a vitória por 2 a 0 sobre os reservas do Grêmio, na estreia da Primeira Liga, diante de 22 mil pessoas no Mané Garrincha, em Brasília.
Zé Ricardo lembro que, apesar de não ser o time titular, o Grêmio era o teste mais difícil deste início de temporada. No entendimento do técnico, o jogo serve de parâmetro para a força do Flamengo, após três vitórias contra equipes pequenas no Campeonato Carioca.
- Sem dúvida era uma partida na qual queríamos ver como a equipe se encontrava. Apesar do Grêmio escalar jogadores sem ritmo, como é o caso do time A, eles mostraram qualidade e organização. Quero parabenizar o (auxiliar técnico) Alexandre Mendes e acredito que o Grêmio nos colocou à prova. Vamos tirar lições desta partida - disse o técnico do Flamengo.
O treinador do Flamengo não escondeu a felicidade de ter Berrío marcando logo na estreia. O colombiano entrou aos 16 minutos do segundo tempo e fez o gol de cabeça, vibrando muito com os novos companheiros - o jogador havia sido apresentado na última sexta-feira. 


- Berrío tem estrela muito grande. Ele estreou com vitória, marcando gol. Apesar de jogar 30, 33 minutos, percebemos doação muito grande. Ainda se encontra longe da forma ideal, mas o entrosamento vem com o tempo. Para uma estreia, acredito que foi atuação constante. Quando fizemos troca com duas linhas de quatro ele acabou tendo tranquilidade para jogar ao lado do Guerrero - analisou Zé Ricardo.

Confira outros trechos da coletiva de imprensa do treinador:
Análise de início de ano

Tínhamos previsão de contratar exatamente quatro ou cinco jogadores. Acabou acontecendo uma oportunidade de mercado que foi o caso do Conca. Acredito que dentro do planejamento que tínhamos a gente se reforçou bem. Lógico que uma equipe demanda tempo de entrosamento e uma ou duas peças já fazem diferença. Estamos a um mês da estreia da Libertadores e temos que usar esse mês para que a gente fique muito forte. Mas não vamos esquecer do Carioca, que é um objetivo nosso. A Primeira Liga também é um projeto nosso. Mas penso que, para 20 poucos dias de trabalho, tivemos boa sequência. É o terceiro jogo sem levar gol. Hoje apresentamos alguns aspectos que precisamos fortalecer, mas é um bom início para uma equipe que pensa grande na temporada.

Clássico com Botafogo: vai poupar?

Ainda não temos uma definição 100% do que vamos fazer. Mas já temos uma ideia de como a gente vai enfrentar o Botafogo no domingo. Temos que levar em consideração, mais uma vez, o desgaste desses dias para que a gente possa ter todo mundo o maior tempo possível na temporada. A princípio vamos com força máxima, com aquilo que temos de melhor para enfrentar um grande adversário como o Botafogo.

Adaptação do Trauco   
Me chamou atenção a rápida adaptação dele. Tem jogadores que precisam de um pouco mais de tempo. Ele rapidamente se entrosou com a equipe, que o abraçou também. Chama atenção a personalidade que ele chegou, quase que preparado para assumir a posição. É uma felicidade poder contar com ele. Espero que a chegada do Renê eleve ainda mais o nível dele, porque também é um grande jogador. Além disso, Trauco deve sair para as convocações do Peru e a gente rapidamente buscou um jogador para manter o nível pelo lado do campo.     
Rodízio de estrangeiros?   
Donatti teve uma dificuldade nos primeiros dias, na questão física mesmo, um pequeno desconforto. Ficou quatro dias atrasado na preparação, acabamos optando por deixá-lo de fora, porque temos um compromisso com nosso sub-20 amanhã e ele vai ganhar ritmo de jogo. Acredito que ganhando o ritmo a gente possa utilizá-lo, porque é um jogador experiente, conhece bem o jogo sul-americano. Nosso objetivo é, nesse último mês, condicioná-lo mais para estar na melhor forma. É um limite que o regulamento nos impõe, na verdade não sei se seria um rodízio, mas vamos avaliar caso a caso. Acredito que eles entendam essa situação. Mas vamos pensar primeiro no Botafogo, depois a gente vê o que acontece na sequência.
Esperava dificuldade contra os reservas do Grêmio?
Essa foi nossa maior preocupação, passar para os atletas que o jogo seria realmente difícil. Acredito que qualquer grande clube, Flamengo, Atlético, Corinthians, São Paulo, Grêmio, que é um grande, para jogar no plantel os jogadores têm que ter uma qualidade acima. O Grêmio mostrou isso hoje, organização bem definida, a proposta de jogo com três jogadores bem rápidos na frente, Bolaños, Fernandinho e Éverton. Um trio de ataque desse não é qualquer equipe que tem. Conseguiram, na proposta de jogar um pouco mais recuado, dificultar bastante a gente. Não seria nada demais se o jogo terminasse empatado. Essa preocupação atingiu em cheio os atletas, porque entenderam que essa partida tinha uma importância vital para a gente, de continuidade, de afirmação de um trabalho, de entender onde podemos melhorar. É em grandes jogos que a gente faz um avaliação mais específica, em que nível estamos, em que momento a gente se encontra. O Flamengo fez questão de trazer todos os atletas, tudo que tinha de melhor, porque entendeu que na preparação que fizemos lá atrás, que começamos a fazer em outubro, novembro, os primeiros jogos seriam importantes. Vi os atletas se cobrando bastante no jogo, todos muito atentos. A concentração era o que mais me preocupava e eles foram perfeitos. Conseguimos uma vitória que, no meu modo de ver foi merecida, mas muito dura. Agora é seguir no Carioca e semana que vem na Primeira Liga contra o América-MG.

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POSTADA  POR GOMES SILVEIRA

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